DACHSER reforça frota de longa distância com mega-camiões

No âmbito da estratégia de proteção climática da empresa

A DACHSER, multinacional de logística e transporte, está a trabalhar na criação de mais rotas europeias com recurso ao eco-combi, ou mega-camião, solução que permite reduzir tráfego e emissões.

DACHSER reforça frota de longa distância com mega-camiões
DACHSER reforça frota de longa distância com mega-camiões

A DACHSER continua a converter a sua frota europeia, no âmbito da estratégia de proteção climática. Neste passo adicional para a redução das emissões no transporte internacional, a filial da multinacional em Zevenaar, Países Baixos, acaba de apostar em veículos mais longos​, nomeadamente os LHV (Longer Heavier Vehicle), para transporte transfronteiriço com destino a Frankfurt, na Alemanha. Também conhecido como eco-combi, esta nova solução oferece 30 por cento a mais de espaço de carga, face aos modelos anteriores, permitindo à DACHSER reduzir o tráfego e as emissões, ao economizar, nesta rota, 124 viagens por ano – ou 60.750 quilómetros – o que representa menos 20 mil litros de diesel e, portanto, uma poupança de cerca de 63 toneladas de gases com efeito estufa emitidos, anualmente.

A DACHSER, nos Países Baixos, foi uma das primeiras empresas de transporte a adotar o eco-combi, já em 2009. “Temos vindo a apoiar, desde o início, uma maior implementação internacional desta solução de transporte ecológica”, afirma Aat van der Meer, General Manager de DACHSER Benelux. “Além da significativa economia de combustível e emissões reduzidas, o recurso ao veículo eco-combi, especialmente em rotas internacionais, pode ajudar a resolver parte da atual e futura escassez de motoristas. Trata-se, por isso, de uma situação win-win", acrescenta o responsável. Acrescente-se que estes veículos têm 25 metros de comprimento e um raio de viragem de apenas 12,5 metros, estando equipados com um sistema de pesagem WABCO e um sistema de câmara de visão traseira. Os motoristas foram treinados, através de um exame teórico e prático, pelas autoridades holandesas e, portanto, atendem a todos os requisitos.

Além da significativa economia de combustível e emissões reduzidas, o recurso ao veículo eco-combi, especialmente em rotas internacionais, pode ajudar a resolver parte da atual e futura escassez de motoristas. Trata-se, por isso, de uma situação win-win.

Aat van der Meer, General Manager da DACHSER Benelux

De acordo com Stefan Raimondo, General Manager do centro logístico da DACHSER em Zevenaar, o futuro dos mega-camiões promete ser promissor: “Esperamos que o forte crescimento do número de eco-combis aumente ainda mais. A subida do preço do diesel e a poupança, em termos de tráfego e emissões, contribuem, claramente, para esse trajeto ascendente. Por isso, já estamos a trabalhar na criação de mais uma linha com estes mega-camiões para a Alemanha”. Por sua vez, e no que se refere à Península Ibérica, a DACHSER conta com 8 mega-camiões para assegurar várias rotas, nomeadamente, nas áreas de Madrid, Catalunha, Norte e Levante. A empresa visa continuar a investir na conversão da sua frota internacional para tornar a sua atividade o mais ecológica possível, adaptando-se progressivamente aos enquadramentos legais dos países onde atua.

Foco na logística eficiente e na inovação tecnológica

Esta melhoria na eficiência influencia diretamente a estratégia de proteção climática de longo prazo da DACHSER. Para alcançar os objetivos a que se propõe, a operadora logística aposta na inovação tecnológica e na logística eficiente, estando convicta de que esta é a melhor forma de contribuir para o cumprimento da meta que passa por manter o aumento da temperatura global abaixo de 2ºC, estabelecida pelo Acordo de Paris, bem como das metas climáticas da União Europeia e outras regiões. Para isso, a DACHSER vem trabalhando, em conjunto com clientes e parceiros que estão, também, comprometidos com a transformação ativa da logística, no sentido de adotar tecnologias de baixas ou zero emissões. Acrescente-se que a DACHSER desenvolve as suas iniciativas de proteção climática através de quatro campos-chave: eficiência de processos, eficiência energética, pesquisa e desenvolvimento e responsabilidade social. Este último refere-se a um compromisso com a sociedade e com as questões sociais.

Contacto Isabel Monteiro